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ATIVIDADE DE SÍNDICO PROFISSIONAL CRESCE EM SÃO PAULO
 

Moradores não querem assumir responsabilidades e síndico se torna profissão

Resolver problemas de vazamentos, fiação elétrica, lidar com as divergências de opinião e ainda ter um domínio sobre finanças. Estas são algumas das funções do síndico de um condomínio, encaradas como 'problemas' pela maioria dos moradores que não querem assumir o posto.

Por este motivo é que muitos conjuntos de casas e apartamentos têm terceirizado o tipo de serviço. Com salários que podem chegar a R$ 8 mil, conforme informações veiculadas no Diário do Comércio, os síndicos contratados são uma tendência na cidade de São Paulo, principalmente quando levamos em consideração a expansão imobiliária. Com um maior número de unidades construídas, eles se tornarão cada vez mais requisitados.

Responsabilidades:
Qualquer pessoa pode assumir a função, como o que acontece quando um morador é escolhido. Para ser um profissional, por sua vez, a preferência é por quem tem formação superior nas áreas de contabilidade, engenharia ou direito.

"Ser síndico é ter muitas responsabilidades, principalmente jurídicas", disse o engenheiro Edson Carvalho ao Diário do Comércio. De acordo com ele, quando as finanças não estão em ordem, é necessária a presença diária. Quando tudo está sob controle, por sua vez, visitas frequentes são mais adequadas.

Síndicos:
Quando o síndico é um morador do prédio, ele pode ou não ter um salário, dependendo do que foi acordado em assembléia pelos proprietários. Normalmente, a vantagem financeira que ele tem é a de ficar isento do pagamento do condomínio. Este morador ainda conta com um imóvel-garantia, para eventuais prejuízos na gestão.

Já o profissional contratado conta com um salário. De acordo com o vice-presidente de administração imobiliária e de condomínios do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), ele é mais indicado a condomínios grandes, com número expressivo de moradores, ou quando ninguém quer se responsabilizar pelo cargo.

Ele assume todas as responsabilidades vinculadas à gestão, principalmente se houver falha ou negligência na administração do condomínio.

Salários:
Segundo o presidente do Sinconedi (Sindicato dos Condomínios e Edifícios do Município de São Paulo), o salário do síndico profissional é, em média, de R$ 2,5 mil por mês, dependendo do tipo de administração, número de moradores e do tamanho do condomínio que vai cuidar.


Fonte: InfoMoney

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Nada melhor do que poder contar com o serviço de um síndico profissional realizado por uma pessoa jurídica, que tenha infra-estrutura planejada para realizar a função, patrimônio próprio para garantia contra eventuais prejuízos sofridos pelo condomínio e principalmente o know-how e disponibilidade de tempo necessários para um atendimento qualificado aos condôminos. Nós da Fonsi Condomínios já temos esse novo departamento em pleno funcionamento, o qual está preparado para atender a essa grande demanda dos condomínios residenciais e comerciais da Capital. Solicite a nossa proposta e conheça todas as vantagens dessa nova modalidade de serviço.

 
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